Marcos Ferraz se reúne com superintendente da Sanebavi e propõe meios para evitar que se repita problema com contas de água – Câmara Municipal de Vinhedo
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Marcos Ferraz se reúne com superintendente da Sanebavi e propõe meios para evitar que se repita problema com contas de água

Contas de água de janeiro vieram com valores acima da média, devido à medição ter correspondido a 40 dias, 10 dias a mais que o período padrão de medição

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Nessa quarta-feira, 13, pela tarde, o vereador Marcos Ferraz (PSD) se reuniu com o superintendente da Sanebavi, Ricardo Facchini, na sede da autarquia, para tratar da questão das contas de água correspondentes a janeiro, que chegaram à alguns munícipes com valores acima da média de consumo.

Devido ao recesso de alguns serviços públicos no período de festas, a medição do consumo realizada pela Sanebavi no último mês considerou um período de 40 dias, 10 a mais do que o padrão de medição, feito sobre 30 dias, compensando a mediação a menor no período de dezembro, 20 dias. Com isso, além da cobrança de 10 dias a mais, o que já desequilibra o orçamento de muitos munícipes, esse período excessivo pode fazer com que o consumo mude de faixa, tornando o m³ da água muito mais caro para o consumidor, chegando a dobrar o valor da conta em alguns casos.

Na reunião, que contou com a presença do responsável pelos leituristas da autarquia, Claudemir, e do servidor Pin, o superintendente explicou que, embora 10 dias a mais tenham sido contado na medição de janeiro, em algumas contas, compensando a medição a menor em dezembro, o aumento das contas em geral, em muitos casos, não se deveu apenas a isso. Em diferentes moradias foram detectados vazamentos e aumento do padrão de consumo, influenciado pelo calor intenso no período.

Ricardo Facchini esclarece que o sistema de hidrometria não teve problemas, e que a medição reduzida em dezembro, que resultou na medição por período maior em janeiro, ocorreu por conta do recesso, já que com a pausa, os funcionários responsáveis pela medição fecharam a leitura pouco depois do dia 20 de dezembro. De todo modo, não houve aumento real na tarifa do serviço de água.

O superintendente informou que se reuniu com todos os leituristas para entender a situação, e garantiu que o problema não se repetirá.

Apesar do assunto ter ganhado grande repercussão nos últimos dias, das 25 mil ligações de água da rede municipal de abastecimento apenas 300 apresentaram queixas. Efetivamente o problema foi registrado em poucas regiões, com maior incidência na Capela, Condomínio Marambaia e São Joaquim.

Mesmo esclarecida a falha na medição que gerou o aumento nas contas de janeiro, Marcos Ferraz enfatizou que a Sanebavi deveria ter se antecipado ao problema, por se tratar de uma questão previsível, já que era sabido o recesso para as festas de final de ano. “Era fácil evitar o problema utilizando um sistema de medição automática, não pessoal, ou mesmo cobrando a conta correspondente a dezembro e janeiro pela média de 30 dias”.

O parlamentar ainda sugeriu que fosse feito novo cálculo sobre as contas de janeiro, considerando apenas a média de 30 dias, porém a Sanebavi afirmou ser impossível, uma vez que as contas já foram enviadas e parte delas já pagas.

Como alternativa, a autarquia se dispôs a rever as contas dos munícipes que foram cobrados por valores acima da respectiva média de consumo. Os interessados devem ir até a sede da Sanebavi e lá apresentar a conta. A autarquia conferirá os dados e, caso o aumento tenha ocorrido pela leitura por dias a mais, será feito um registro de acúmulo de medição, para futura compensação.

Marcos Ferraz se prontificou a apresentar Moção de Apelo à Sanebavi para a aquisição de novos hidrômetros, mais modernos, que realizam a medição remota, extinguindo de vez qualquer possibilidade de que o problema não se repita.

Como sugestão para um primeiro momento, o vereador propõe ainda que a autarquia já exija a instalação desses novos hidrômetros aos novos empreendimentos imobiliários.

“Essa situação não pode se repetir, a Sanebavi precisa sempre se adiantar ao problema e contar com equipamentos modernos que garantam a medição adequada mesmo sem a presença de leituristas. Inicialmente sugeri que o recálculo das contas fosse feito automaticamente, evitando que o prejudicado tenha que vir até a autarquia para registrar o excesso de medição, porém informaram não ser tecnicamente possível. Assim sendo, a sugestão é para que no futuro a Sanebavi disponha de hidrômetros modernos que realizam a medição não presencial do consumo de cada residência, garantindo que o problema não se repita”, concluiu.

 

 

 


Fonte: Gabinete do vereador Marcos Ferraz (PSD)

 

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