Câmara institui Dia Municipal do Tradutor e Intérprete de Libras e cinco eventos culturais no calendário oficial – Câmara Municipal de Vinhedo
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Câmara institui Dia Municipal do Tradutor e Intérprete de Libras e cinco eventos culturais no calendário oficial

#PraTodosVerem: fotografia dos vereadores durante Sessão Ordinária

Por unanimidade a Câmara aprovou nessa segunda-feira, 21, durante a 115ª Sessão Ordinária, dois projetos de Lei que instituem datas e eventos no calendário oficial do Município de Vinhedo.

O projeto de Lei Ordinária nº 50/2019, de autoria de Sandro Rebecca (PDT), institui o Dia Municipal do Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), a ser comemorado anualmente no dia 26 de julho; enquanto o projeto de Lei Ordinária nº 49/2019, de autoria de Marcos Ferraz (PSD), institui no calendário oficial do município o Desfile de Cavaleiros, o Festival do Cavalo, a Festa da Cultura e Tradições Sertanejas, a Festa da Cultura e Tradições Nordestinas e o CãoChorrada.

Expediente

Na pauta do Expediente da 115ª Sessão Ordinária foi apresentado um projeto de Lei, cinco requerimentos, 15 moções e seis indicações.

Explicação Pessoal

Carlos Florentino (PV) abriu a fase de Explicação Pessoal criticando os estragos causados pela Comgás na malha asfáltica de diferentes ruas da cidade, devido à instalação de tubulação de gás. “Há 25 dias subi a essa tribuna para criticar o pouco caso da Comgás em relação aos reparos de nossas vias, após instalação de tubulação de gás. Acabaram com a Rua João Edueta, uma via que foi recapeado do zero, recentemente, já está cheia de buracos e remendos por culpa da Comgás. Qual a programação da empresa? A Comgás não apresentou seu projeto antes das vias, hoje danificadas, terem sido reconstruídas? As prometidas contrapartidas da empresa, como a pavimentação de algumas ruas, não são nada perto dos estragos que já causaram”.

Ana Genezini (MDB) comentou sobre a sanção da Lei Estadual nº 17.173/2019, que permite a parada de ônibus metropolitanos (EMTU) fora do ponto, para o embarque e desembarque de passageiros, legislação com objetivo semelhante ao de Lei Municipal 2.837/2005 de autoria da vereadora, aprovada ainda no ano de 2005, cuja aplicação se restringia ao Município de Vinhedo e às pessoas com deficiência.  “Doria sancionou esse mês a Lei Estadual nº 17.173/2019, que autoriza ônibus da EMTU a parar fora do ponto para o embarque e desembarque de passageiros. Ainda em 2005 foi aprovada lei de minha autoria, nessa Casa, que autorizava a mesma medida aos ônibus circulantes em Vinhedo, porém para o embarque e desembarque de pessoas com deficiência. Agora, fundamentada nessa nova lei do Estado de São Paulo, modificarei a Lei Municipal 2.837/2005, para que os ônibus possam atender fora do ponto não apenas as pessoas com deficiência, mas também os idosos, as mulheres e todos os munícipes”.

Sobre a paralisação das auxiliares de educação infantil, o vereador Valdir Barreto (PSOL) esclareceu alguns pontos. “Nessa quarta-feira, 23 de outubro, as auxiliares de educação infantil promoverão uma paralisação, movimentação totalmente regular e legal. Conversei com o sindicato da categoria para saber sobre a paralisação e me foi garantido que todo rito legal foi cumprido, o que desmente as alegações da Prefeitura. Infelizmente toda vez que tratamos de discussões entre servidores e Prefeitura nunca temos a solução oriunda das mesas de negociações, mas sim dos tribunais ou após paralisações”.

Rui “Macaxeira” (PSB) comentou sobre suposto desmatamento em obra particular no Vida Nova I. “Recebi várias ligações de pessoas me questionando sobre suposto desmatamento em obra privada no residencial Vida Nova I. Entrei em contato com o secretário de Meio Ambiente para entender a situação, e me foi esclarecido que as árvores da área de retiradas serão replantadas. Havia licenciamento para esse trabalho, porém toda essa dor de cabeça poderia ser evitada se houvesse uma placa descritiva do trabalho, com prazos etc”.

Rubens Nunes (MDB), por sua vez, comentou sobre a clonagem de seu whatsapp. “Como todos sabem infelizmente fui vítima de uma clonagem de whatsapp, e, por isso, foram enviadas mensagens pelo golpista, a contatos de minha lista telefônica, pedindo empréstimo de dinheiro. Por medida de segurança, cancelei meu antigo número, e já fiz boletim de ocorrência para que o caso não passe em branco”.

A inauguração de nova área de lazer no bairro da Caixa D’Água foi destaque de Paulinho Palmeira (PV). “Fiz uma indicação ainda em 2013 solicitando essa melhoria para o bairro, reiterando outras três vezes. Parabéns à Secretaria por ter se empenhado e finalmente executado essa melhoria. Quem realiza as obras é sempre a Prefeitura, por isso, precisamos cobra constantemente”.

Nil Ramos (PSDB) parabenizou a organização do Festival de Invenção e Criatividade (FIC), realizado no último final de semana e que contou com a participação de mais de 3.000 pessoas. “Parabenizo a Secretaria de Educação e a Central de Formação e Mídias, Ceformi, pela realização do Festival de Invenção e Criatividade, realizado no último final de semana. A cidade que não se preocupar com tecnologia e inovação ficará para trás. Precisamos investir muito nessa área, no uso da tecnologia em todas as secretarias. Com isso em mente, adianto que apresentarei emenda impositiva ao projeto da LOA para 2020, para a destinação de R$50 mil para o Ceformi, de forma que possa continuar realizando trabalhos como a FIC”.

Os trabalhos da Comgás em Vinhedo também foram tema de Marcos Ferraz. “Apresentei requerimento no passado justamente para entender o trabalho da Comgás em nossa cidade. Cabe ao município estabelecer regras, normas, e acompanhar e fiscalizar o serviço prestado pela empresa, a fim de evitar que estragos sejam causados. O contrato prevê que a Comgás é obrigada a deixar os locais, onde houve a instalação de tubulação de gás, exatamente do jeito que eram antes das obras”.

Geraldinho Cangussú (PV) falou sobre o Festival de Invenção e Criatividade. “Reforçando o que já foi falado sobre o Festival de Invenção e Criatividade, enfatizo que devemos incentivar a realização de outros eventos como esse. Estive na FIC por duas vezes nesse final de semana, e realmente fui surpreendido. Acompanhei uma importantíssima invenção de alunos do SESI, a qual permite, com o apertar de um botão, especificar a quantidade de água que saíra na torneira, evitando o desperdício”.

O presidente da Câmara, vereador Edu Gelmi (MDB) comentou sobre a questão da Casa Verde. “Estive mais de uma vez no bairro da Casa Verde para discutir a situação dos residentes nos 28 lotes que correm riscos de ser desalojadas por viverem em área de risco e constatei alguns problemas. A Prefeitura oferece aos desalojados uma kitnet para cada lote de risco, como moradia provisória, o que é um grande problema, uma vez que, além das kitnets serem pequenas, cada lote na Cassa Verde abrigava de uma até três famílias, atingindo até 12 pessoas. Como colocaremos 12 pessoas em uma kitnet? As famílias estão preocupadas. Houve a decisão judicial, e as famílias permanecem em seus lotes por conta e risco. Reforcei o pedido à Prefeitura para que corra atrás da contratação de um geólogo para a realização de diagnóstico definitivo sobre os riscos desses lotes e que o problema seja sanado o quanto antes”.

Encerrando os discursos, Edson PC (PDT) questionou a falta de informações referente à contratos da Prefeitura. “É bom demonstrar ao povo de Vinhedo quanto custa a nossa administração. A gestão de Jaime Cruz não sabe cuidar dos contratos que firma. O painel digital de divulgação de obras, por exemplo, não sabemos o valor, uma vez que ao questionar a Prefeitura me foi enviado o valor global dos gastos com todos os serviços de sinalização digital, como semáforos, e ainda faltaram os gastos em relação a alguns meses de 2018 e 2019. Quem comprava que esse painel foi efetivamente usado em todos os meses? Quem comprova que não estamos sendo roubados? Depois de muito buscar, descobri que nós pagamos mais de R$100 mil por anos pelo aluguel desse painel, cujo contrato é desde 2015, sendo que um painel novo pode ser comprado pelo mesmo valor, ou seja, em um ano de contrato teríamos esse painel eletrônico. Prefeitura joga o dinheiro do povo no ralo”.

 


Fonte: Comunicação Institucional CMV.

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